Há alguns anos, temos sido testemunhas da importância e do valor que têm os nossos dados e do que isso significa para as grandes empresas, e inclusive, temos sido parte de uma mal chamada "Guerra" entre as grandes potências da informação como Meta e Google pelo controle dos nossos dados, e que, ao que parece, hoje continuam expostos ou mal administrados pelas empresas das quais somos clientes. Ou levante a mão quem já leu honestamente os termos e condições de regulação de dados das marcas, ou quem já se sentiu realmente beneficiado com uma boa experiência de compra ou de atendimento ao cliente, depois de ter aceitado fornecer essa informação?… são poucos, não é?
E é que o problema não está apenas em não sabermos que dados estamos fornecendo e para quem. Mas também, e ainda mais grave, no que as marcas e grandes empresas estão fazendo com toda essa informação. O problema não é ter por ter, embora isso já seja ruim; o verdadeiro problema é ter e não saber utilizar. É como ter uma garagem repleta de carros de alto padrão e não saber dirigir.
Mas de que dados estamos falando? Por dados, não nos referimos apenas às suas informações principais, como nome, e-mail, telefone ou endereço. Embora sejam os mais importantes, os dados que realmente farão a diferença nessa "guerra de informação" das marcas para conhecer seus clientes são aqueles que permitem hipersegmentar suas audiências e conhecê-las em detalhes, quase como se as marcas fossem mais um amigo para interagir e criar vínculos reais, ou, como chamamos na Keybe, uma comunicação próxima e empática. Saber o que você gosta, como gosta, onde e como compra, e até a frequência. Isso permite que as marcas estejam um passo adiante.
Imagine que você e sua família querem comprar um carro. Aí você começa uma busca na internet que vai deixando um rastro de interesse, o qual ativará diferentes anúncios relacionados ao que você procura, despertando sua curiosidade até você se interessar por algum e clicar. Até aqui, nada diferente do que já sabemos "Ohh, que curioso, estou buscando um carro e agora só aparecem anúncios de carros em todo lugar"… a "mágica" das redes sociais. Mas o realmente interessante é o que acontece depois desse clique. Acontece que um vendedor recebe essa conversa por chat sobre o interesse no seu anúncio, faz algumas perguntas para entender um pouco o que você procura, como: Para que é o carro?, Estado civil?, Vive com um parceiro ou família?, Tem ou não cachorro, é para a cidade ou o campo, etc. E finalmente, quando o vendedor sente que já existe confiança, porque você contou tudo o que ele precisava saber, ele agenda uma visita na loja para mostrar as opções e fechar a venda.

Normalmente, chega o dia da visita e, com certeza, você terá que lembrar seu nome e repetir tudo o que já havia escrito no chat, porque talvez não seja a mesma pessoa que agendou, ou simplesmente porque todas aquelas perguntas eram apenas um protocolo de vendas que ele segue, sem dar importância a toda a informação que você forneceu nesse primeiro contato. Isso pode acabar gerando perda de interesse da sua parte, ao te mostrarem opções que talvez não chamem sua atenção ou não sejam o que você buscava inicialmente. Isso acontece, e acontece muito, e é o problema de quando os vendedores colocam a venda em si no centro do interesse, vender a qualquer custo, esquecendo o que realmente é mais importante: o cliente e suas necessidades.
Agora, esse vendedor tinha toda a informação necessária para oferecer uma boa experiência e fechar a venda com facilidade. Imagine se, ao chegar à loja, você fosse recebido pelo seu nome, perguntassem se você veio sozinho ou com a família, de acordo com o que você respondeu no chat, e, em vez de mostrarem todas as opções de carros disponíveis, se concentrassem na melhor opção com base nos dados que você forneceu previamente, interpretados de forma inteligente pelo vendedor, para te mostrar o carro certo, e quase tudo pronto para você fazer um test drive e já te explicar as formas de pagamento que mais se encaixam no seu perfil. Certamente, esse segundo cenário fecha muito mais vendas e pós-vendas do que o primeiro que vimos.
As vendas digitais e a captação de dados não têm a ver com ter informação por ter, e sim com conhecer muito bem seus clientes, interpretar suas necessidades com informações valiosas que eles fornecem, para que você, como vendedor, possa se colocar no lugar deles e atendê-los com empatia, suprindo suas necessidades como comprador.
Mas atenção: também não se trata de acumular dados só por acumular. Cada setor deve saber muito bem qual informação é relevante. Por exemplo, se você vende carros, não precisa saber qual é o número do calçado do seu cliente. Boas perguntas geram boas respostas. Lembre-se: boas respostas geram bons dados. E bons dados geram boas vendas.
Se, depois de ler este artigo, ainda ficou com a dúvida sobre quais dados você deve ter de acordo com o seu setor, e como pode ativá-los da forma adequada para aumentar suas vendas digitais, recomendamos entrar em contato com o nosso canal de Customer Care e ativar o Keybe System de acordo com o seu setor, para que você não perca nenhum dado importante dos seus clientes.
Agora que você já sabe, vamos potencializar o desempenho do seu time de vendas!
Keybe, #JuntosLoHaremosPosible
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