Uma nova pesquisa sugere que pintar, cantar, ler ou visitar um museu pode fazer muito mais do que alegrar o seu dia, pode ajudar o corpo a envelhecer mais lentamente.
Um estudo da University College London analisou milhares de adultos e encontrou uma ligação clara entre a prática regular de atividades artísticas e um envelhecimento biológico mais lento, medido por amostras de sangue e marcadores epigenéticos, não apenas pelo bem-estar relatado.
O lado animador é que a frequência importa mais do que o talento. Pessoas que fizeram da arte um hábito semanal, criando ou simplesmente apreciando, mostraram taxas de envelhecimento mensuravelmente mais lentas em comparação a quem raramente participava de atividades culturais, e até a participação ocasional trouxe pequenos benefícios.
Os pesquisadores por trás do estudo defendem que a arte deveria ser tratada como um comportamento promotor de saúde, no mesmo nível de exercícios ou alimentação. O artigo completo explora como algo tão simples quanto uma música, um livro ou uma tarde em uma galeria pode sustentar, silenciosamente, uma vida mais longa e saudável.
- Estudo da UCL liga arte regular a envelhecimento biológico mais lento
- Hábito semanal mostrou o efeito mensurável mais forte
- Criar e apreciar arte trazem benefícios semelhantes
- Pesquisadores sugerem tratar a arte como comportamento saudável
- Não é preciso talento especial nem grande investimento para notar benefícios



